terça-feira, 8 de novembro de 2011

Prá que Médicos ?



Nós não sabemos porque diabos ninguém nunca escreveu nada sobre os maledetos “projetos de médicos” que perambulam por nosso setor, mas alguém tinha que fazer esse trabalho divertido, então cá estamos.Vamos começar pelo óbvio: por que eles existem? Talvez isso se explique considerando a necessidade consumista de médicos que a humanidade desenvolveu, especialmente no Ocidente. Não estamos aqui desmerecendo a utilidade da medicina, visto que podemos perder um olho de uma hora pra outra (principalmente para quem for amigo do Padre), e nesse caso algum conhecimento sobre o que pode cicatrizar ou piorar a porcaria do ferimento é no mínimo, bem vindo. Mas isto não quer dizer que se deva “sustentar” a arrogância e pompa dessas criaturas, que conforme constatado pela colaboradora Elvira da Costa Desvira, carregam potinhos de merda no pescoço, o que explica aqueles narizes encracados e empinados. Nós autores, particularmente, gostamos mesmo é de pajé ou de médico velhinho, daqueles que parecem o Papai Noel, porque esses já tiveram tempo pra errar bastante e entender que são iguais aos outros seres humanos (não-médicos) e principalmente, porque é bem mais provável que um médico velhinho desses saiba consertar o olho esbugalhado, do que um pirralho que faz plantão no Cajurú. Talvez seja essa metidez, característica dos pupilos idiotas dos velhinhos bacanas (bacanas mesmo, visto que suas virtudes e carros importados os tornam figuras de extraordinário magnetismo e caráter irrefutável, às custas das vultuosas quantias oneradas a estas “gracinhas” de pessoas, ah sem essa!!!) que faz com que eles coagulem corredores e passagens da cantina, interrompam aulas legais com o barulho de seus grunhidos nos corredores, ou ainda, roubem lugar nas filas da cantina e xerox. Inclusive, essa última característica desses simpáticos coliformes deve ser mais explorada. Aparentemente eles realmente acham que têm o direito de passar na frente de todos os outros infelizes que aguardam um serviço decente
do xerox (povo crente esse!), só porque o coleguinha coliforme deles já está sendo atendido... pelo amor de Darwin, vocês realmente não se tocam????? Já que estamos nos aprofundando, vamos falar mais também sobre os grunhidos... são de dois tipos e portanto, advém de dois agrupamentos distintos dos coliformes: no primeiro caso, as coliformas (sabe-se lá porque raios) estão felizes e ficam emitindo aqueles sons estridentes e profundamente irritantes. Nós, os autores, achamos que isso tem a ver com a evolução dessa
raça, sabe como é, tiveram mais filhotes as que berram mais alto pois demonstram maior capacidade pulmonar, ou seja, são mais fortinhas. Claro que essa explicação é idiota, duh, mas os coliformos também o são, então parece-nos que tudo se encaixa perfeitamente. O outro tipo de agrupamento é misto, tem machos e fêmeas e eles ficam conversando bem alto, aparentemente tentando provar alguma coisa que os autores ainda não foram capazes de desvndar, lamentamos por isso. O fato é que tanto um grupo quanto o outro enchem muito o saco e não se tocam que as aulas já são ruins o susficiente sem a “ajuda” deles. Agora, temos uma pergunta pro seu Miquijaguer: tio, tu põe o quê na comida desse povo pra eles ficarem tão abobados na cantina? Aparentemente eles não conseguem se mover, ficando entalados na entradinha ali, onde só passam 2 corpos por vez... isso não faz vocês imaginarem como eles passaram na porra do vestibular, sendo que eles não sabem o beabá da física: dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo? Enfim, gostaríamos que pelo menos um dos assim chamados “estudantes de medicina” (Que Newton Freire-Maia nos ajude) lesse esse artigo e o espalhasse entre seus semelhantes, primeiro pra que mais gente lesse o “ASSNATURE” e segundo, pra que todos os indivíduos dessa raça ficassem bem irritados e viessem pra cima da gente, aí finalmente teríamos uma desculpa pra quebrar uns ossinhos e ver se nossas desconfianças de que eles só vão pra faculdade pra desfilar e ter diarréia verbal estão corretas!

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